Qual a importância de uma alimentação saudável e equilibrada

Qual a importância de uma alimentação saudável e equilibrada

Qual a importância de uma alimentação saudável e equilibrada

Em algum momento da vida, você já deve ter lido sobre a importância de uma alimentação saudável e equilibrada, certo? A questão é que nem sempre adotamos uma dieta equilibrada, com todos os nutrientes de que precisamos.

Sem contar a quantidade enorme de calorias e substâncias nocivas que ingerimos todos os dias. Por mais difícil que seja cortar totalmente os doces, alimentos processados e muito calóricos, o melhor é evitá-los ao máximo.

Mas como colocar isso em prática? Pois bem, neste artigo vamos mostrar como ter uma alimentação saudável fazendo boas escolhas no dia a dia. Confira!

O que caracteriza uma alimentação saudável e equilibrada?

Uma alimentação saudável, na prática, é composta por macronutrientes e micronutrientes, de maneira equilibrada. A quantidade deles depende, de modo geral, das necessidades fisiológicas de cada um.

Os macronutrientes são os carboidratos (pães, massas, batatas etc.), as proteínas (carnes, ovos, leite e algumas leguminosas) e os lipídeos (gorduras e óleos de origem animal e vegetal). Os micronutrientes são as vitaminas e os sais minerais, presentes, principalmente, em frutas, legumes e verduras de modo geral. Já as fibras não fazem parte de nenhum grupo, mas são importantes para o funcionamento do trato digestivo.

Portanto, uma alimentação que contenha todos esses grupos de forma balanceada já pode ser considerada saudável. No entanto, o desequilíbrio entre as quantidades pode ser problemático. É o caso da alta ingestão de carboidratos, que pode levar a um quadro de diabetes, ou as gorduras em excesso, que provocam problemas cardiovasculares.

Além disso, o consumo exagerado de produtos processados (como biscoitos recheados, refrigerantes, balas etc.). Eles contêm muitos corantes, conservantes e outras substâncias que fazem mal à saúde.

Quais os riscos da má alimentação?

É por meio da alimentação que ingerimos os nutrientes necessários para o bom funcionamento do organismo. Caso eles não sejam consumidos na quantidade adequada, pode surgir alguma doença gastrointestinal, disfunção ou problema metabólico como, por exemplo, as deficiências de vitaminas, cálcio, ferro (anemia) etc.

No caso dos macronutrientes, o excesso deles pode provocar doenças como o diabetes, a obesidade, problemas cardiovasculares e tantos outros. Isso é ainda mais grave quando o consumo de calorias é superior ao gasto, devido ao sedentarismo.

Riscos da má alimentação na gestação

Esqueça a crença de que durante a gestação a mulher pode comer o dobro. De acordo com a tabela de orientações universais da alimentação, RDI (Recommended Dietary Intakes), a partir do terceiro mês de gestação é indicada a ingestão de apenas 300 calorias a mais. Resumindo, o consumo calórico máximo não deve passar as 2.800 calorias por dia.

Quando a mulher ganha peso excessivo durante a gestação, a probabilidade do bebê nascer muito pesado é maior. Por sua vez, se o bebê nascer com peso extra, as chances dele ter sobrepeso ou obesidade na fase adulta é bem maior, por esse fator é indicado para as gestantes manterem uma boa alimentação na gravidez para evitar problemas futuros com seus filhos.

Como se alimentar melhor?

Como já dissemos, cada pessoa tem necessidades alimentares diferentes, de acordo com a rotina e a própria composição do corpo (peso, tamanho, massa etc.). Por isso, o melhor é procurar um nutrólogo para descobrir qual é a alimentação ideal para cada caso. No entanto, algumas atitudes podem e devem ser tomadas por qualquer pessoa, como:

  • prefira carnes magras, como aves e peixes, às carnes vermelhas;
  • evite o consumo de alimentos industrializados, ainda que lights e diets;
  • opte pelos carboidratos complexos, como pães e massas integrais, que aumentam a saciedade;
  • reduza (ao máximo) o consumo de gorduras saturadas (como frituras) e prefira gorduras vegetais, como azeite;
  • aumente o consumo de proteínas vegetais, como feijão, lentilha e soja, e diminua o de animais;
  • substitua os biscoitos industrializados por caseiros, de preferência, integrais e com pouco açúcar;
  • invista em alimentos ricos em gorduras insaturadas (ômega 3, 6, 9 e outras), como peixes e oleaginosas;
  • beba bastante água, pois ela é responsável pelo transporte dos nutrientes no organismo e pela hidratação.

O fato é que uma alimentação saudável é um pré-requisito para ter mais bem-estar e qualidade de vida. Por isso, prefira alimentos naturais, de maneira balanceada, e procure um nutrólogo para orientar na sua dieta. Repense seus hábitos!

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